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BRASÃO:

brasao assuncaoEscudo de ouro, oliveira de verde arrancada do mesmo e frutada de negro, entre duas gavelas de espigas de trigo de verde, atadas de vermelho; campanha de burelas ondeadas de azul e prata.
Coroa mural de prata e três torres. Listel branco, com a legenda a negro, em maiúsculas: “ASSUNÇÃO – ARRONCHES”.

Elementos de Heráldica registados na Direcção-Geral da Administração Autárquica com o n.º 17/97, de 29 de Janeiro; ordenação heráldica, tendo em conta o parecer da Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, de 31 de Janeiro de 1996, publicada na III Série n.º 151 do Diário da República de 2 de Julho de 1996.

 Memória descritiva e justificativa dos símbolos heráldicos
- A oliveira e as espigas de trigo representam a atividade predominante na terra.
- A campanha de burelas ondeadas de azul e prata representam o Rio Caia.
- A prata representa a esperança e a riqueza dos seus habitantes.
- O ouro representa a fé, a prudência e a firmeza dos seus habitantes.
- A cor verde significa a esperança, o amor e a gentileza dos seus naturais.

HISTÓRIA:
 
assuncao bandeira peqVila e sede de concelho, Arronches dista cerca de 25 quilómetros da cidade de Portalegre.
Esta Freguesia, da invocação de Nossa Senhora da Assunção, ocupa uma área de 204,50 km2.
 
Reza um opúsculo local que a "fundação de Arronches é muito antiga, sendo de presumir que a sua primeira fortaleza tivesse consistido num castro Lusitano de povoamento. Aqui se fixaram os Túrdulos no século IX a.C., transformando-se o castro numa importante fortaleza com o nome de Arronchela. Conquistada pelos romanos, em meados do século II antes de Cristo, seguiu-se a recuperação Lusitana e nova reconquista Romana no ano 45 a.C.. Arronches, arrasada pelos Vândalos, em 411, foi reedificada dois anos depois pelos Alanos. No ano de 714, os Mouros ocuparam a povoação".
 
Sabe-se, por fontes documentais, que Arronches foi tomada aos Mouros por D. Afonso Henriques, em 1166, perdida de novo, e recuperada por D. Sancho II, em 1235. No entanto, só em 1242, com a reconquista de D. Paio Peres Correia, ficou definitivamente integrada nos domínios Portugueses. Na altura do Interregno, foi a vez dos Castelhanos tomarem Arronches, que viria a ser reconquistada por D. Nuno Álvares Pereira, em 1384. Em 1661, a vila sofreu a invasão de D. João de Áustria, para ser abandonada pelos Espanhóis à aproximação do exército português. Em 1712, cercada de novo pelos Castelhanos, conseguiu vencê-los, rendendo-se estes à primeira investida das nossas forças.
 
Arronches teve forais dados em 1255 por D. Afonso III, confirmado pelo mesmo monarca, em 1272, em 1512 por D. Manuel I, e em 1678 por D. Pedro II, sendo este último diploma um "foral novíssimo", concessão de que poucas povoações usufruíram. Esta importância de Arronches já tinha ficado demonstrada em 1475, quando D. Afonso V aqui reuniu cortes para tratar do seu casamento com a princesa Espanhola D. Joana. E antes ainda, quando D. Afonso IV e D. João I concederam notórios privilégios à vila.
 
Arronches foi uma importante praça de armas, com um castelo restaurado por D. Dinis em 1310. A fortaleza era tida em grande conta pelos nossos monarcas, pelo que Luís de Camões, em várias estâncias de "Os Lusíadas", se refere, justamente, à "forte Arronches".

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